Mondo Gay
quinta-feira, setembro 29, 2005
  'Gay cowboy movie' shatters stereotypes

http://www.cnn.com/2005/SHOWBIZ/Movies/09/12/brokeback.toronto/

'A love story that just happens to take place between two men'
From Paul ClintonFor CNN.com
RELATED
• Lee's gay cowboys win top award


TORONTO, Ontario (CNN) -- Jake Gyllenhaal and Heath Ledger weren't drawn to "Brokeback Mountain," the story of two cowboys involved in a homosexual relationship, by the movie's risky subject matter or the controversy it may raise.
In fact, said Gyllenhaal, those aspects of the script worked against his decision to do the film.
"I read the story and heard about it as 'the gay cowboy movie' and I immediately responded against that," he said at a press conference for the film at the Toronto Film Festival Saturday.
"[But] as soon as I heard [director] Ang [Lee] was attached, I knew it would be a different type of movie that would go beyond the confines of two guys and their sexuality towards the more difficult topic of love."
Ledger agreed.
"First and foremost, when I read the script it was one of the most beautiful stories I'd ever read," he said. "It's really refreshing to come across something like that."
So far, viewers have agreed. "Brokeback Mountain," based on a story by "Shipping News" author E. Annie Proulx, won the Golden Lion at the Venice Film Festival Saturday, that festival's top award, and has earned acclaim at Toronto. The film is slated for U.S. release December 9.
The film, which begins in the early '60s, concerns two young men, Ennis Del Mar (Ledger) and Jack Twist (Gyllenhaal), who are hired to tend sheep for a summer in Wyoming and find themselves attracted to each other. They continue to meet with each other over the years, even after their lives have gone in different directions.
Asked a question about the U.S. gay marriage controversy, the two actors said they hope the film shows a gay relationship in a matter-of-fact, unsensational light and that it contributes to tolerance.
"If it does shed light on the idea that there's real love involved ... it's great," said Gyllenhaal. "When two people love each other, they love each other. And people should hold on to it as hard as they can, whether it's homosexual or heterosexual."
Gyllenhaal added said the actors' own friendship -- and the quality of the script, by novelist Larry McMurtry ("Lonesome Dove") and Diana Ossana -- helped them do the love scenes.
"Once you see the characters 'do it,' our real friendship and the things we share together makes it kind of easy to play the role of real friends," he said. "And the screen sex -- we kind of just dove into the love scenes and dove out again just as fast as we could." He paused to some laughter. "And that was it."
Director Lee's previous films include "Crouching Tiger, Hidden Dragon," "The Ice Storm," "Sense and Sensibility" and "The Hulk."

 
domingo, setembro 25, 2005
  Gay love drawings
Gay love drawings

Primeira exposição de Raphael Perez

http://www.gaypaintings.com/gaylove.htm
 
segunda-feira, setembro 19, 2005
  ASSOCIAÇÃO ILGA PORTUGAL PROMOVE PETIÇÃO PELA IGUALDADE NO ACESSO AO CASAMENTO CIVIL
Portugal é, neste momento, o único país da Europa cuja Constituição proíbe explicitamente a discriminação com base na orientação sexual. No entanto, essa discriminação continua a existir na lei uma vez que o casamento civil continua anão ser permitido para casais de gays ou de lésbicas. Porque é fundamental acabar com esta discriminação a Associação ILGA Portugal lança uma petição que promove a revisão do Código Civil português para que casais de pessoas do mesmo sexo possam ter acesso ao casamento civil. Contamos recolher pelo menos 4000 assinaturas de forma a garantir a suaapreciação em Plenário da Assembleia da República. Prevemos que a entrega desta petição ao Presidente da AR ocorra em Novembro deste ano, aquando da realização do “Fórum do Casamento entre pessoas do mesmo sexo”, fórum este em que se abordarão as eventuais implicações jurídicas, sociais e políticas do acesso ao casamento civil por casais de gays ou de lésbicas. Pode encontrar a petição aqui;

http://ilga-portugal.oninet.pt/pdfs/peticao_casamento.pdf

Atenção às instruções... e boa recolha de assinaturas!

R E C O L H A ....D E ..... A S S I N A T U R A S

Caso estejam interessad@s em recolher assinaturas (entre amig@s, colegas, familiares...), eis a folha necessária;

http://ilga-portugal.oninet.pt/pdfs/peticao_casamento.pdf

Poderão também imprimir este argumentário;

http://ilga-portugal.oninet.pt/pdfs/argumentario_casamento.pdf

para distribuir a quem assina (e a quem não assina...). Alguns avisos importantes:

1) Deverão imprimir a petição em frente e verso, pois as assinaturas não podem ser entregues separadamente do texto.

2) Não deverão ser feitas alterações ao texto, o que invalidaria as assinaturas

3) A assinatura deve ser a que consta do BI.

4) Convém perguntar aos subscritores se não terão já assinado a petição...

5) Por fim, a devolução das folhas: elas poderão ser enviadas (preferencialmenteaté dia 7 de Novembro) para:

Associação ILGA Portugal
Centro Comunitário Gay e Lésbico de Lisboa
Rua de São Lázaro, 88
1150-333 Lisboa

ARGUMENTÁRIO
Ainda tem dúvidas sobre o carácter discriminatório desta violação daConstituição? Em Portugal, o Artigo 36º da Constituição refere que "Todos têm o direito de constituir família e de contrair casamento em condições de plena igualdade."Mais: A Constituição da República Portuguesa proíbe explicitamente, desde 2004, a discriminação com base na orientação sexual (Artigo 13º). No entanto, o casamento civil continua a existir exclusivamente para casais constituídos por pessoas de sexos diferentes, numa clara violação da Constituição – que é a nossaLei Fundamental. Isso significa que há muitos direitos associados ao casamento civil aos quais gays e lésbicas não têm acesso: do registo às heranças, passando pelos regimes de propriedade até aos inúmeros aspectos da vida quotidiana em que o estado civil é relevante. Os deveres fundamentais do casamento civil estão claros na lei portuguesa:assistência (alimentos e contribuição para os encargos da vida familiar), fidelidade, respeito, cooperação, coabitação. No entanto, embora muitos casais de gays e de lésbicas já cumpram estes deveres, há vários exemplos do conjunto de direitos e deveres que diferenciam o casamento civil da união de facto:

Registo — não existe a possibilidade de registo da União de Facto e a lei nã oespecifica os mecanismos pelos quais se faz prova de viver em união de facto;

Heranças — as pessoas que vivem em união de facto não são herdeiras uma da outra; cada uma pode fazer testamento a favor da outra, mas esse testamento apenas permitirá especificar o destino de parte do património (não havendo cônjuge, existe uma quota indisponível que se destina necessariamente a descendentes e ascendentes);

Adopção — o direito à adopção continua consignado apenas para as uniões de facto entre pessoas de sexo diferente;

Dívidas — são da responsabilidade exclusiva da pessoa que as contrair, mesmo se contraídas em benefício do casal, pois não existe património comum;

Direito ao nome — não há possibilidade de escolha da adopção de um apelidod@ unid@ de facto;

Regime patrimonial — ao contrário do casamento civil, a união de facto não permite a escolha de um regime de comunhão de bens ou comunhão de adquiridos. Um casal heterossexual pode, considerando os conjuntos de direitos e deveres inerentes, optar pelo casamento civil ou pela união de facto — duas figuras jurídicas que têm, como se viu, diferentes implicações embora sejam baseadas num mesmo modelo de conjugalidade. Um casal de gays ou de lésbicas tem apenas acesso à união de facto. Esta discriminação é real e afecta as vidas de muitos casais de gays ou de lésbicas. É por isso que, a par dos E.U.A. e do Canadá, vários países da Europa têm vindo a alargar o casamento civil a casais constituídos por pessoas do mesmo sexo. A Bélgica veio juntar-se à Holanda, seguindo-se agora a Espanha. Também em Portugal, o facto de se atribuir o mesmo reconhecimento legal a casais de pessoas do mesmo sexo não terá qualquer implicação sobre a liberdade de outr@s. Casais heterossexuais continuarão a ter exactamente a mesma liberdade de escolha. Nesta questão, liberdade e igualdade são, afinal, perfeitamente compatíveis. No entanto, há vozes discordantes em relação ao reconhecimento dos casais de pessoas do mesmo sexo:
• Fala-se na impossibilidade de ter filhos em conjunto, quando nem o casamentocivil pressupõe a reprodução nem a reprodução pressupõe o casamento (o casamento civil é obviamente possível para pessoas estéreis ou para pessoas para além daidade reprodutiva).
• Mistura-se casamento civil e adopção, quando a adopção é uma outra questão regulada, aliás, por uma lei específica.
• Na falta de argumentos racionais, tenta-se ainda uma "táctica do susto" falando nas ameaças da poligamia e do incesto, quando não há qualquer reivindicação social nesse sentido e quando, sobretudo, não existe qualquer relação lógica entre essas questões e o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo. Fala-se portanto de cor, tentando de todas as formas dissimular a questão essencial: essas vozes reproduzem apenas um preconceito associado ao fundamentalismo religioso, vindo de pessoas que lidam mal com a igualdade e precisam de continuar a ver gays e lésbicas como cidadãos de segunda. Curiosamente, são também essas pessoas que, em geral, desvalorizam completamente o casamento civil face ao religioso, perdendo toda a legitimidade para se intitularem "protectores" do casamento civil. O fim da exclusão dos casais de gays ou de lésbicas no acesso ao casamento civil promoverá simultaneamente a liberdade e a igualdade. Qualquer objecção a esta medida terá por isso uma única fonte: a homofobia. Enquanto o casamento civil não for alargado aos casais de pessoas do mesmo sexo, é o Estado que endossa e glorifica na lei essa mesma homofobia e é o próprio Estado que classifica as nossas relações de indignas e é o próprio Estado que nos insulta. Assim, é fundamental e urgente que o Governo português compreenda que ocasamento não pode ser um privilégio de casais heterossexuais e tome medidas concretas no sentido de garantir que casais de gays ou de lésbicas, que se amam e que se comprometeram a partilhar de forma plena as suas vidas, possam ver esse amor e esse compromisso igualmente reconhecidos e valorizados pela sociedade que integram.

http://ilga-portugal.oninet.pt/noticias/20050917.htm
 
sábado, setembro 17, 2005
  O adolescente eterno e a homofobia internalizada
O adolescente eterno e a homofobia internalizada


Por Klecius Borges

A literatura psicológica de orientação junguiana (baseada na obra do médico psiquiatra e psicanalista suíço C. G. Jung) é repleta de referências ao tema mitológico do puer aeternus, empregado para descrever um conjunto de características que compõem um certo tipo de personalidade. Nas palavras da Dra. Marie-Louise von Franz, uma das mais importantes discípulas de Jung, “o homem que se identifica com o arquétipo do puer aeternus permanece durante muito tempo como adolescente, isto é, todas aquelas características que são normais em um jovem de dezessete ou dezoito anos continuam na vida adulta, juntamente com uma grande dependência da mãe, na maioria dos casos”. Como conseqüência dessa identificação, esses indivíduos tendem a encontrar muita dificuldade em abandonar os sonhos e fantasias da adolescência e a estabelecer relações mais maduras. Freqüentemente assumem uma atitude arrogante em relação aos outros e dificilmente conseguem se comprometer com algo mais duradouro.

Digital Vision

Lembro-me de um paciente que aos trinta e poucos anos de idade não era ainda capaz de ter um comando razoável de sua vida. Embora tenha tido uma formação escolar e cultural muito diferenciada, sua carreira não deslanchava. Trocava freqüentemente de emprego, ora por culpa do chefe que o perseguia, ora por não se sentir valorizado ou reconhecido adequadamente. No plano social, sentia-se muitas vezes incompreendido e costumava desistir rapidamente diante de quaisquer dificuldades de caráter prático. Mesmo não morando com a mãe, deixava que ela interferisse diretamente na administração de sua casa, cumprindo com ela uma agenda extensa de atividades sociais e culturais. Embora não mentisse para ela sobre sua homossexualidade, também não falava abertamente sobre o assunto para não constrangê-la. Ainda que possuísse uma rede de amigos com os quais saía para as baladas, não conseguia manter um relacionamento amoroso estável. Era muito vaidoso e despendia muito dinheiro, tempo e energia cuidando da aparência. Veio me procurar com sintomas de depressão e queixas de solidão.
Já nas primeiras sessões pude perceber o quanto esse paciente estava aprisionado a uma visão de si profundamente infantil. Não tendo conseguido se separar psicologicamente da mãe, nem desenvolvido um eu mais autônomo, comportava-se como se o mundo (os outros) fosse responsável por suas frustrações e seus fracassos. Sentia-se infeliz, mas não sabia o que fazer para mudar. Gostaria de ser mais aberto em relação à sua homossexualidade, mas tinha muito medo das conseqüências que isso poderia acarretar. Seus sonhos traziam sempre situações nas quais se via ameaçado ou atacado por figuras amedrontadoras, sem que conseguisse se defender satisfatoriamente.
Embora o puer aeternus se apresente tanto em homens heterossexuais como em homossexuais, nos homossexuais muitas vezes esse quadro é visto com clareza, em função das relações de proximidade com a figura materna e de distanciamento da figura paterna (sem entrar na complexa questão da etiologia da homossexualidade, é sabido que essa configuração familiar se encontra presente em grande parte das histórias de homossexuais).
Como resultado de uma dinâmica de “dominação” inconsciente da mãe (para alguns autores, como forma de proteção a uma criança naturalmente mais sensível) e da “ausência” do pai (que o rejeita pelas mesmas razões), o menino se vê impedido de desenvolver sua masculinidade “primitiva espontânea” (von Franz), e, com o passar dos anos, acaba tornando-se um adolescente dependente, submisso e com muita dificuldade em enfrentar as tarefas concretas do mundo adulto. À medida que o tempo passa esse quadro tende a se agravar, gerando alguns dos sintomas semelhantes aos que o meu paciente apresentava.
Se para qualquer puer aeternus é difícil fincar raízes e se comprometer com relacionamentos de longo prazo, para o jovem homossexual essa empreitada parece ser ainda muito mais complexa. Ele terá que lutar arduamente contra seus próprios sentimentos negativos em relação à orientação do seu desejo, que lidar com todas as questões envolvidas no processo de auto-aceitação e, sobretudo, que ultrapassar as barreiras familiares e sociais de preconceito e opressão.
A terapia com o puer aeternus é orientada no sentido de ajudá-lo a superar esse caráter infantil e dependente. Isso se dá por meio de um trabalho de fortalecimento do eu e do conseqüente enfrentamento dos inúmeros obstáculos e desafios que a vida adulta lhe apresenta. Para os homossexuais, isso requer necessariamente algum grau de confronto direto com a homofobia, tanto na sua representação interna, como externa.
 
  Reino Unido inicia campanha para divulgar lei de união civil gay

Reino Unido inicia campanha para divulgar lei de união civil gay

Com o objetivo de conscientizar a sociedade britânica sobre a nova lei que autoriza a união civil entre homossexuais e que entrará em vigor na Inglaterra em 5 de dezembro, o governo do país iniciou nessa última quarta-feira, dia 14 de setembro, uma campanha de divulgação da lei.Conforme foi publicado pela EFE, a campanha será feita através de folhetos e site e foi proposta por ministros que acreditam que a lei não é suficientemente conhecida pela população.A união civil entre pessoas do mesmo sexo garante direitos iguais aos concedidos aos casais héteros, como pensão por morte do parceiro, direitos dos familiares diretos para convênios médicos e isenção de impostos sobre a herança.Para firmar uma união civil, o casal deve assinar um documento diante do juiz de paz e duas testemunhas. Embora essa nova lei beneficie os homossexuais, ela vem sendo criticada por organizações de defesa dos direitos da comunidade GLBT, que a critica por não ser equiparada as de um casamento completo.

 
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